Há 17 anos, dia de Santo Antônio fomos flechados pelo cupido na festa junina da Fundação Joaquim Nabuco. Amar é um exercício diário, Só estamos começando. Viva Eu e Clovis!
No dia 13 de junho de 1997 nos encontramos dançando, assim como 17 anos depois
Há 17 anos este salão estava repletos de amigo,
dançando, paquerando, conversando
O tempo passou e o nosso amor ficou
amor doce com o passar do tempo
Com minha irmã e cunhado
Na segunda festa no dia de Santo Antônio, com nossa querida
professora de Pilates, Ana Carolina da FisioStudio
Depois do silêncio, da deturpação, agora chegou a hora da censura
explícita. O Diario de Pernambuco censurou hoje um artigo do economista
Clóvis Cavalcanti. Foi a primeira vez, desde 1999, quando ele iniciou
sua colaboração, que o DP vetou um texto dele.
ADMIRÁVEL MOVIMENTO DE PROTESTO
Clóvis
Cavalcanti
Economista
ecológico e pesquisador social; clovis.cavalcanti@yahoo.com.br
Uma reação da sociedade civil contra o
chamado Projeto Novo Recife transformou-se aos poucos em belíssimo movimento
social: o #OcupeEstelita. Infelizmente, na sua evolução, essa iniciativa não
contou com cobertura forte dos meios de comunicação recifenses, valendo-se
apenas das redes sociais que, como se sabe, não alcançam certas camadas da
população. Mesmo assim, o OcupeEstelita – inspirado nas sugestivas mobilizações
aparecidas em 2011, em Nova York, com o Occupy
Wall Street – ganhou a adesão de número expressivo de pernambucanos.
O que quer esse movimento? Discutir uma visão
de cidade que signifique bem-estar genuíno para todos, que não sucumba à
ganância insaciável da especulação imobiliária, que não deforme o que resta da
linda herança urbana do Recife. O oposto do propósito do Projeto em
questionamento, aprovado, sim, formalmente, nos níveis de decisão (fechados,
opacos) do governo municipal, mas não submetidos a debates (abertos,
transparentes) com todas as partes interessadas, com todos os atores sociais (stakeholders) relevantes. É só comparar
as imagens disponíveis do Recife nas décadas de 1940 e 1950 – quando, como
criança e adolescente, eu me familiarizei com elas – com as do Projeto Novo
Recife e seus espigões descomunais. Que seguem o exemplo das lamentáveis Torres
Gêmeas do Cais de Santa Rita. E do mote de devastação dado pelo esdrúxulo
prefeito Augusto Lucena, imposto pelos militares em 1964. Isso não pode vingar,
diz o Estelita, apoiado já agora por enormes segmentos da sociedade.
Assim, soa como ofensa gratuita, como
classificação aberrante, o que escreveu jornal do Recife a propósito das
pessoas idealistas que integram o movimento: “protestadores profissionais”.
Todos os pernambucanos deveriam era agradecer a Deus por nos dar uma forma de
protesto civilizada, educada, dentro da lei como a do #OcupeEstelita. Um
exemplo de Primeiro Mundo, de como deve ser a reação da sociedade diante de
coisas absurdas que incomodam. Foi o Novo Recife objeto de elucubrações
técnicas perfeitas? Passou por todas as instâncias deliberativas previstas?
Fez-se isso de forma nítida, criteriosa e irreprimível? Quem garante? O fato é
que a sociedade despertou. Com uma vanguarda decente, digna, admirável.
"Seja o ensinamento budista, cristão, islâmico, de Confúcio ou Mêncio, todos tiveram origem na Terra do Sol" - Livro de Orações da Sukyo Mahikari, p.173. - Nascer do sol em Olinda, jan. 2010
Reza, reza, rezadeira
"Por isso é que se carece principalmente de religião, para se desendoidecer, desdoidar. Reza é que sara da loucura. No geral. Isso é que é a salvação da alma... Muita religião, seu moço! Eu cá não perco ocasião de religião. Aproveito de todas. Bebo água de todo rio.. Uma só para mim é pouca, talvez não me chegue. Rezo cristão, católico, embrenho a certo; e aceito preces de compadre meu Quelemém, doutrina dele, de Cardéque. Mas, quando posso, vou no Midubim, onde um Matias é crente, metodista: a gente se acusa de pecador, lê alto a Bíblia e ora, cantando hinos belos deles. Tudo me quieta, me suspende. Qualquer sombrinha me refresca. Mas é só muito provisório. Eu queria rezar- o tempo todo." De Guimarães Rosa em Grande Sertão, Veredas
Benção do Papa Francisco
Quando o Papa Francisco se aproximou de mim, senti uma imensa paz emanando no local. Beijei Sua mão mentalizando os queridos. Tranquilidade, esperança, harmonia, respeito a natureza, agradecimento... e bençãos, muitas bençãos para todos! 23/11/2016
Agradecimento
"Deus, que tudo o que eu faça durante este dia possa ser útil a Vós. Que meus esforços possam estar em consonância com as necessidades do presente estágio de Seu Plano". SukuinushiSama, mestre da Sukyo Mahikari. Foto a partir da Fazenda do Tao, Gravatá, por do sol e turbinas eólicas - jun 2010